Substituir um pequeno tubo permite uma poupança anual de mais de 3t de plástico

A redução do plástico começa nas operações logísticas.

O Compromisso assumido pelo Continente no combate ao plástico descartável e desnecessário começa nas operações internas que, muitas vezes, passam despercebidas aos consumidores. Especialmente no último ano, todas as equipas – dos consumíveis ao marketing – têm sido desafiadas pela empresa para planearem as suas ações com o mínimo de impacto ambiental.

Depois da redução de 5 centímetros na altura dos sacos de plástico para frutas e legumes e de 10 centímetros na altura do saco de bacalhau, que resultaram numa poupança anual de 81 toneladas (41 nos sacos de fruta e legumes e cerca de 40 nos sacos de bacalhau, segundo as estimativas avançadas pela marca), é agora a vez de eliminar outras 3,2 toneladas de plástico com a substituição de um simples tubo.

O tubo de plástico (ou mandril) que suporta os sacos de plástico das frutas e legumes
será substituído por um tubo de cartão

Nas frutas e legumes, os sacos ultraleves são habitualmente dispensados num suporte metálico e vão sendo “desenrolados” de um tubo, também chamado de mandril. Esse tubo, até agora feito de plástico, será substituído por um tubo de cartão. Parece uma simples e quase insignificante alteração mas, multiplicando por todas as lojas Continente espalhadas pelo país, a poupança anual de plástico estimada pela marca, só com este gesto, é de 3,2 toneladas.

Pequenos ajustes, grande impacto: outro bom exemplo é a substituição do tipo de filme utilizado nas operações de loja, anunciada em dezembro de 2019, que representa uma redução de cerca de 140 toneladas de plástico virgem.