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Já visitou o museu que nunca devia existir?

O MEM – Museu da Extinção Marinha é virtual e assim deverá continuar. 

Foi inaugurado virtualmente o MEM – Museu da Extinção Marinha como forma de antecipar o possível desaparecimento de espécies que, estando em perigo, ainda é possível salvar. Neste museu utópico, “criado para alertar para um futuro que se avizinha se não mudarmos os nossos hábitos”, pode descobrir seis Áreas Marinhas Protegidas em Portugal e algumas dessas espécies e respetivos habitats. 

Primeiro passo: precisa de um smartphone para ler o QR code e conseguir entrar no MEM. O início da experiência virtual leva-nos a viajar pelo oceano, entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira, Costa Vicentina, Serra da Arrábida, Berlengas e uma extensão do Litoral Norte. Depois de escolher uma das torres que representa as referidas áreas, há todo um mundo para explorar, descobrindo as espécies que estão em risco.

Um dos factores de risco para as espécies marinhas é o lixo plástico que está a invadir os oceanos e a interferir com os ecossistemas. 

As alterações climáticas, a sobrepesca e a poluição – especialmente o lixo plástico – estão a provocar uma diminuição da biodiversidade, pelo que é fundamental uma boa gestão das Áreas Marinhas Protegidas. A iniciativa integra o projeto científico BiodivAMP, cujo propósito é desenvolver ferramentas para monitorizar, gerir e proteger a biodiversidade nas Áreas Marinhas Protegidas. O MEM contou com a criatividade da agência NOSSA e desenho do arquiteto Ricardo Bak Gordon. Durante o mês de setembro é possível encontrar totens com o QR code e informações sobre o museu virtual em algumas praias do país.

“O marisco mais feio (e mais delicioso) das nossas águas começa a sua juventude louca como uma larva flutuante, até se fixar numa rocha e aí ficar para sempre. Sabes de que espécie estamos a falar? Esta é uma das espécies que ainda podes encontrar na Área Marinha Protegida das Berlengas. Queremos que isso aconteça por muitos e muitos anos e por isso, temos de proteger esta espécie, mas também o seu habitat!”

DR MEM. Para saber mais sobre esta espécie, visite o MEM