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Em Cascais, reciclar embalagens dá prémios

Leve as suas embalagens vazias a um contentor iRec e receba vales para trocar por prémios.

sistema de depósito de embalagens
Imagem: Canal Cascais

A autarquia de Cascais decidiu antecipar a implementação do sistema de depósito de embalagens que será obrigatório em Portugal a partir de 2022 e criou o seu próprio sistema, o iRec. O iRec desafia os consumidores a entregarem embalagens de bebidas vazias, recebendo prémios em troca. 

O iRec tem disponíveis dez máquinas de devolução de embalagens, distribuídas por várias superfícies comerciais, incluindo três lojas Continente – Continente Cascaishopping, Modelo Tires e Bom Dia Parede II. Este é um sistema que já existe há vários anos em outros países, como Noruega e Alemanha, com um historial de sucesso no incentivo à reciclagem, e que em Portugal deverá ser obrigatório já a partir do próximo ano. 

Como funciona o iRec?

A embalagem a depositar no contentor iRec deve estar intacta, com código de barras legível, rótulo e tampa. Apenas são aceites embalagens de águas, sumos e refrigerantes, de plástico, vidro ou latas, de 0,1l a 2l. 

Imagem: Câmara Municipal de Cascais

Por cada entrega, os utilizadores recebem um talão que lhes permite acumular pontos na aplicação móvel CityPoints Cascais para serem trocados por vales de produtos oferecidos por parceiros locais, como escovas de dentes em bambu, cadernos reutilizáveis, sacos de rede para frutas e legumes ou bee’s wraps. O município de Cascais convida ainda os cidadãos a partilharem a sua experiência através das redes sociais com o hashtag #recircularcascais, de forma a incentivarem mais pessoas a fazerem o mesmo. 

As garrafas e latas são depois encaminhadas para a Central de Triagem da Tratolixo, responsável pelo tratamento de resíduos no concelho, para serem preparadas para uma nova entrada no ciclo de produção. O vídeo abaixo explica todo o processo.

Vídeo: Canal Cascais

Este é mais um passo no caminho da economia circular, um modelo económico que visa encontrar alternativas de produção e consumo mais equilibradas ecologicamente. Em oposição ao modelo que vigorou nas últimas décadas de “recolher, produzir, usar e deitar fora”, a economia circular foca-se na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia. 

O projeto iRed foi financiado pelo Ministério do Ambiente e da Ação Climática e pelas EEAGrants – mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu. Os dados recolhidos serão monitorizados e analisados pela Nova School of Business and Economics (SBE), também ela parceira.