O mar de plástico de Tadashi Kawamata

A instalação “Over Flow” do artista japonês, feita com lixo plástico, esteve em exibição no MAAT entre outubro do ano passado e abril deste ano.

Três toneladas de lixo, oito meses para montar a instalação. Para quem não teve oportunidade de visitar a exposição no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia de Lisboa , vale a pena ver algumas imagens e perceber a mensagem por detrás da obra.

 
 
 
 
 
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Segundo o artista, os objetos de plástico utilizados nesta mega instalação ocupariam uma extensão de cerca de dez quilómetros, se espalhados pelas praias da costa de Lisboa. Para observar, passar por baixo, imergir na obra.

 
 
 
 
 
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Centenas de objetos recolhidos nas praias portuguesas, maioritariamente resíduos de plástico e destroços de barcos abandonados, formando uma espécie de onda de lixo gigante.

O objetivo final era alertar os visitantes para o impacto dos detritos espalhados no oceano.

 
 
 
 
 
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Tadashi Kawamata não se considera um ecologista mas tenta, sempre que possível, reutilizar materiais nas suas obras. Os seus projetos artísticos têm em comum a construção de instalações de grande escala que reproduzam, com uma perspetiva própria, realidades do meio envolvente. O caos urbano, as favelas, os mares de plástico.

A instalação, encomendada pelo MAAT, teve o apoio da Brigada do Mar nas ações de recolha de lixo nas praias e do coletivo Espacialistas na montagem da obra.  

Desde 2008 que o trabalho artístico do coletivo português Espacialistas cruza a Arquitetura  e as Artes. Têm trabalhado em instalações artísticas, espaços cénicos, exposições de fotografia e projetos de arquitetura, tentando criar interacção entre os espaços e os visitantes.

 
 
 
 
 
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